Caio Cezar

Revelando o som

 

 Desde criança percebi que meu coração se dividiria entre dois amores que mantenho até hoje: música e fotografia.
Com dez anos fui passar férias na praia com minha família e passei boa tarde do tempo observando meu tio Rui ensinar meu avô, na época com uns 60 anos, a tocar algumas valsas no violão. Vô Dito pegou gosto pela coisa, e eu também. Até hoje gosto de tocar as valsinhas que aprendi em 1982, e a música é um dos pilares da minha vida.
Aos doze, entrei num laboratório fotográfico pela primeira vez. José Cavallazzi era o mestre-laboratorista que revelava os filmes e ampliava as fotos em preto e branco que meu pai fazia na época. Quando vi a imagem surgindo no papel que boiava no revelador aquilo pareceu mágica pra mim. O quarto escuro, o cheiro dos químicos e um belo rosto de mulher aparecendo do nada num pedaço de papel. Logo quis revelar meus próprios filmes, e a essa altura já tinha sido contaminado pelo vírus da fotografia, honrando uma tradição de três gerações da família de meu pai.
As fotos a seguir reúnem minhas duas maiores paixões, que sempre conviveram harmoniosamente nesses anos de labuta.

Um abraço e até mês que vem.

  



       
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