Fala Caçula

Erick Razera, uma promessa do Windsurfe

 

 Ele só tem 15 anos e já é uma promessa do esporte catarinense. Erick Razera começou a praticar o Windsurfe quando tinha apenas seis anos e, desde então, coleciona primeiros lugares em várias competições amadoras as quais participa. Por enquanto, ele encara o windsurfe como um hobby, mas “futuramente pretendo me tornar um profissional. Ser tão bom quanto Kauli Seadi é”, vislumbra o atleta. Kauli é um super campeão dessa categoria, ídolo e incentivador de Erick.
Segundo o adolescente, como o windsurfe ainda é um hobby em sua vida, ele se considera um garoto normal. “Vou às baladas com meus amigos, me dedico aos estudos. Só em épocas de campeonato é que me dedico totalmente ao esporte”, conta.
Um valor moral o esporte já imprimiu à personalidade de Erick. Ele lida bem com vitórias e derrotas. Sabe que fazem parte do aprendizado. “Um atleta que está em um campeonato sempre dá o máximo de si para tentar alcançar seu objetivo na competição. Perder faz parte. Não se deve ficar desanimado diante de uma derrota e, sim, treinar o máximo para alcançar um nível de campeão”.
Ele começou a praticar windsurfe por incentivo do pai que também é praticante de diversos esportes náuticos, como o próprio wind, mas também o kitesurfe. “Sempre que rola um campeonato, minha mãe e meu pai me dão todo o apoio, o que é essencial para se vencer”, assegura. Se os campeonatos acontecem no período de aulas ou provas, seu pai vai ao colégio explicar que o garoto vai precisar faltar. “O colégio me incentiva”.
A disciplina faz parte do seu cotidiano já que precisa se dividir para aproveitar os dias de vento e boas ondas para praticar o esporte. “Meu pai e meus amigos me levam para Ibiraquera (Imbituba) que é o melhor lugar para a prática do windsurfe nas ondas”, afirma.
 Todo campeonato Erick enfrenta novos desafios, no entanto ele encontra apoio nos praticantes do esporte. “Somos uma família. Não tem rivalidade. Um apóia o outro”. Para ele, o desafio é superar os próprios limites. “Vencer sempre é bom, mas se não fosse o apoio dos meus amigos, como Konan Lang, Bruninho, Kauli Seadi  e João Nascimento que virou um grande amigo e fã da pratica do esporte, nada faria sentido”, expressa Erick que sabe que a vitória partilhada com as pessoas que se gosta tem um significado especial.
Erick é um adolescente como a maioria. “Gosto de estar junto com meus amigos nas horas vagas. Gosto de ir às baladas, de viajar e ficar junto à natureza. Em breve, pretendo fazer uma Eurotrip. Uma viagem alucinante, conhecer o mundo apenas com uma mochila nas costas e a companhia de meus amigos”, planeja.
Embora não seja um esporte muito barato para praticar, o atleta o recomenda. “Não é um esporte barato, pois o equipamento é um pouco caro e no início você quebra bastante mastros, pranchas e velas”. Mas pelo astral da galera que participa, dá para ter uma noção do bem que ele produz.

 

 

 

Meu Pequeno Mundo
O Menino Voador
Luzes da Ribalta
Através do olhar
Cabeça de alemão
       
 
   
desenvolvido por VirtuaComm Soluções Internet